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Workshop ACIB Blumenau: 60 Executivos Descobrindo IA ao Vivo

100% dos 60 executivos no workshop já haviam tentado IA. 0% tinha ROI mensurado. O que aconteceu quando mostramos um agente rodando em produção na frente deles.

Equipe NautisPublicado em · Atualizado em 4 min de leitura
Workshop ACIB Blumenau: 60 Executivos Descobrindo IA ao Vivo

Workshop ACIB Blumenau: 60 Executivos Descobrindo IA ao Vivo

Em abril de 2026, a Nautis conduziu, em parceria com a ACIB e o Grupo ND, um workshop com 60 executivos em Blumenau chamado "Da Empolgação à Execução". Era pra ser apresentação institucional. Virou diagnóstico em tempo real do que está travando a adoção de IA em empresas brasileiras — sobretudo as que já tentaram e não chegaram a resultado.

Este post compila o que aconteceu ao vivo, as 3 perguntas que TODO executivo faz quando vê IA rodando na sua frente, e as lições que levamos dali pra diagnósticos de 2026.

O dado que assustou a sala

Quando pedimos pra quem tinha tentado levantar a mão, todas as mãos subiram. Quando pedimos pra quem tinha ROI mensurado, nenhuma subiu. A conversa mudou imediatamente — ninguém queria mais saber "o que é IA". Queriam saber por que não estava funcionando na empresa deles.

As 3 perguntas que todo executivo fez

"E se não funcionar?"

Piloto de 30 dias com métrica clara. Se não bater o número acordado, você não continua. Sem fidelização, sem multa.

"Por onde começamos?"

Diagnóstico de 2 semanas antes de proposta grande. Mapeia onde IA faz sentido e onde não faz. Consultoria tradicional vende estratégia de 6 meses sem validar hipótese.

"Quanto do meu time preciso substituir?"

Nenhum — se o projeto for bem desenhado. Os melhores cases reposicionam pessoas pra trabalhos de maior valor. No case da imobiliária, 20 pessoas mudaram de função, zero foram demitidas.

O momento em que a sala mudou de postura

Mostramos ao vivo um agente atendendo no WhatsApp, qualificando um lead imobiliário fictício. Até aí, demo normal. O que mudou a postura da sala foi a métrica no canto da tela: tempo de resposta 1,4 segundos, consultando ERP via MCP, decidindo por conta própria pra qual corretor escalar.

Nesse momento a pergunta deixou de ser "IA funciona?" e virou "por que a minha tentativa não funcionou?". A resposta honesta é quase sempre a mesma: falta método. Falta diagnóstico. Falta piloto.

O que aprendemos sobre executivos brasileiros em IA

1. Cansaço com buzzword

A palavra "transformação digital" provocou mais sobrancelhas levantadas que engajamento. Executivo experiente farejou marketing. Quando trocamos por "resultado em 90 dias" ou "redução de 70% em tempo de resposta", a sala se reconectou.

2. Medo racional de demissão

A pergunta "vou precisar demitir pessoas?" não veio de RH — veio de CEOs. Eles estavam preocupados com o custo humano de um projeto que poderia vir a fracassar. Quando mostramos que em 100% dos cases Nautis as pessoas foram reposicionadas, o alívio na sala foi visível.

3. Disposição pra começar pequeno

A maior surpresa: nenhum dos 60 executivos queria projeto "transformacional" de 12 meses. Todos queriam piloto de 30 dias com uma dor específica. A narrativa de consultoria tradicional (projeto grande, estratégia primeiro) está perdendo força entre quem já se queimou.

O que a Nautis levou do workshop pra 2026

  • Diagnóstico em 2 semanas virou ponto de entrada padrão — nunca mais proposta grande sem diagnóstico.
  • Piloto de 30 dias com métrica única é o único formato que vende sem resistência.
  • Reposicionamento explícito no dia zero — documentado no diagnóstico, não opcional.
  • Demo com dado real, não com dado de demo — executivo brasileiro já viu demo demais, não responde mais.

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